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Mostrando postagens de setembro, 2026

As 6 tecnologias que podem colocar a humanidade em risco — e como a Segurança Proativa pode atuar para prevenir esta tragédia

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  Abaixo um ensaio sobre a possibilidade de tecnologias colocar a humanidade em risco e como a Segurança Proativa pode atuar para prevenir esta tragédia: As 6 tecnologias que podem colocar a humanidade em risco — e como a Segurança Proativa pode atuar para prevenir esta tragédia A humanidade nunca desenvolveu tecnologias tão poderosas em tão pouco tempo. Inteligência Artificial, biotecnologia, armas autônomas, tecnologias nucleares, sistemas cibernéticos e nanotecnologia podem ampliar enormemente a capacidade humana de resolver problemas, produzir conhecimento e melhorar a qualidade de vida. Ao mesmo tempo, algumas dessas capacidades podem criar riscos capazes de ultrapassar fronteiras nacionais e atingir sociedades inteiras. Isso não significa que essas tecnologias inevitavelmente provocarão a extinção humana. O problema está na possibilidade de combinação entre elevada capacidade tecnológica, autonomia crescente, velocidade de operação, falhas humanas e organizacionais, conflitos...

Falha é Humano? Por Victor Nazareth

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  Quero falar de uma coisa  Adivinha onde ela anda  Deve estar dentro do peito  Ou caminha pelo ar  Pode estar aqui do lado  Bem mais perto que pensamos  A folha da juventude  É o nome certo desse amor  (Milton Nascimento, “Coração de Estudante”)  Essa música remete a minha própria juventude. Lançada em 1983, foi  amplamente veiculada durante o período de redemocratização do Brasil, entre os  anos 1979 e 1986. Sim, história e contexto importam (Snook, 2000). Nesse espírito  contextual, é importante refletir sobre um termo que, apesar de usual, traz mais  prejuízo que benefício (Wildavsky, 1988) – infelizmente há vários. Falha humana é essa expressão usual, que deve estar dentro do peito ou caminha  pelo ar. Notadamente em relatórios sobre acidentes e qualquer cenário no qual os  humanos obtiveram resultados aquém do esperado. Como será que tal expressão  faz sentido (ou não)?  Primeiro, o que é uma...