Quarto periódico da Engenharia de Segurança Proativa


Caros(as), este é o quarto periódico da Engenharia de Segurança Proativa.

Selecionamos 6 conteúdos de notícias atuais e artigos na temática do periódico. 

Quem se interessar em participar da organização e publicação no periódico, pode entrar em contato através do e-mail:

washington.fiocruz@gmail.com 

Nesta edição temos a participação de organizadores e autores de conteúdo:

Adrián Aguirre Flores, Bruno Viana, Dayanni Brito, Diógenes Calheiros, Elizabeth Cox, Jefferson Ferreira, Gilberto da Silva, Guilherme Dantas, Humberto Telles, Johan Barbosa, Lailson Lima, Manuela Palma, Márcio Leite, Mauro Trajano, Murilo Santos, Roberto Mauricio, Sergio Hoeflich, Victor Costa e Victor Nazareth.

Idéia Inicial do periódico:

Olá pessoal, a Engenharia de Segurança Proativa está ganhando mais consistência e conteúdo, além dos artigos e contribuições já desenvolvidos e publicados, artigos e trabalhos estão sendo encaminhados, temos também as contribuições do grupo de Whatsapp específico na temática, ganhando relevancia.

Gostaria de fazer um chamado para desenvolvermos um períodico das nossas contribuições.

A idéia é divulgar este periódico de forma contínua.

Será uma publicação contínua e dinâmica na temática, com noticias do Brasil e do mundo.

Juntos Somos Mais Fortes!

Saudações,

Prof. Eng. Washington Barbosa, DSc pela COPPE/UFRJ

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Conteúdos desta quarta edição:

Periódico 4:

1 - Colapso Parcial da Ponte Morandi;

2 - A Capacitação ANDEST da Prevenção de Tragédias através da Engenharia de Segurança Proativa do dia 07/03/2026

3 - Vídeo queda de contêiner Porto de Santo;

4 - Vídeo explosão Caminhão GLP Chile;

5 - Andest - Pós-graduação de Engenharia de Segurança do Trabalho – EST 360h ou 600h?;

6 - Série Explosão do Challenger.

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1 - O colapso da Ponte Morandi sob a ótica da Engenharia de Segurança Proativa:

Por Daniel Lotto e Washington Barbosa 

Resumo

 O colapso parcial da Ponte Morandi, em 14 de agosto de 2018, em Gênova, resultou em 43 mortes e revelou fragilidades profundas em projeto, manutenção, governança e regulação de infraestrutura crítica. Investigações ministeriais identificaram corrosão avançada em elementos internos de pré‑compressão, insuficiência de medidas preventivas e inadequação do controle por inspeções. A partir da Engenharia da Segurança Proativa de Washington Ramos Barbosa e utilizando as lentes da Abordagem Sociotécnica Estruturada, da Gestão Dinâmica de Riscos e da Visão Sistêmica da Segurança integrada às demais áreas organizacionais, o acidente é interpretado como resultado de decisões organizacionais que permitiram migração silenciosa ao limite de segurança. Conclui‑se que prevenir acidentes maiores exige antecipação, decisões conservadoras diante da incerteza, independência técnica e integração sistêmica entre segurança, operação, manutenção e regulação.

Mais informações em:

https://gestaoproativawb.blogspot.com/2026/03/o-colapso-da-ponte-morandi-sob-otica-da.html

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2 - A Capacitação ANDEST da Prevenção de Tragédias através da Engenharia de Segurança Proativa do dia 07/03/2026:

A Capacitação ANDEST da Prevenção de Tragédias através da Engenharia de Segurança Proativa do dia 07/03/2026 foi ótima, interação muito boa com a turma, alto nível dos debates e construções coletivas para aprimorar a Gestão da Segurança, além do conteúdo premiado da temática central, também destacamos a Fragilização da Segurança e apresentamos um novo módulo dos Critérios de Excelência para aprimorar a Gestão das Operações e da Segurança.

Mais da Fragilização da Segurança em:


e:

https://gestaoproativawb.blogspot.com/2026/02/fragilizacao-da-seguranca.html

Agradeço o convite feito pela Presidente da Andest, Elizabeth Cox e a moderação feita pelo Diretor da ANDEST, Denilson.

Já iniciamos com este grupo a parte dos Estudos de Casos, que faz parte das segunda fase, a Capacitação Plena.

Em breve, sob as orientações de Elizabeth Cox, vamos divulgar próximas ações e Capacitações. 

Esta turma foi no sábado das 09 as 12 hs.

Um horário noturno durante a semana das 18 às 21 hs, facilitaria a participação de mais pessoas?

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3 - Vídeo queda de contêiner Porto de Santo:

Na noite de segunda-feira (2), um contêiner se soltou e caiu sobre a cabine de um caminhão nas dependências do Porto de Santos (SP). O motorista, de 41 anos, ficou preso às ferragens após ser atingido pela pesada estrutura metálica enquanto conduzia o veículo no pátio de operações. Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas e realizaram uma operação de resgate complexa para desencarcerar o condutor antes de encaminhá-lo a um hospital da região com ferimentos graves. A área foi isolada para a chegada do Samu e para os procedimentos periciais da Polícia Civil, que investiga as causas da queda do contêiner e eventuais falhas nos processos de movimentação de carga.

Vídeo e mais informações na descrição deste acidente e de outro com fatalidades em:


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4 - Vídeo explosão Caminhão GLP Chile:

Segundo informações preliminares divulgadas por autoridades locais, o caminhão perdeu o controle por motivos ainda sob investigação e colidiu, desencadeando vazamento de gás e, na sequência, uma forte explosão. A onda de choque foi sentida em bairros vizinhos, causando danos estruturais em imóveis próximos, estilhaçamento de vidros e evacuação preventiva de moradores.

Vídeo e mais informações na descrição em:

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5 - Andest - Pós-graduação de Engenharia de Segurança do Trabalho – EST 360h ou 600h?

Pós-graduação de Engenharia de Segurança do Trabalho – EST 360h ou 600h?

 Lógico que é 600h. 

 Existem equívocos que mesmo depois de corrigidos os efeitos destruidores permanecem. Este prejuízo é ainda maior quando este equívoco é realizado por um ato do órgão público. O ato equivocado de imediato surte efeitos catastróficos, no entanto a sua retificação não alcança a divulgação e nem repara o prejuízo na mesma proporção. 

Exemplo disso, é o despacho ocorrido em julho de 2018 onde equivocadamente o Ministério da Educação revogou o Parecer 19/87 que regulamenta o currículo básico do curso de pós-graduação Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho. Este despacho foi retificado no Diário Oficial da União em 01 de outubro de 2018, ou seja, a um ano atrás, mais muitas pessoas e órgãos não tomaram conhecimento desta retificação e continuam a se referir ao Parecer 19/87 equivocadamente como revogado. 

Recentemente um órgão de notória importância divulgou um texto impresso cujo conteúdo considerava revogado o Parecer 19/87. 

 Não, o Parecer 19/87 continua em vigor e é ele que regulamenta a carga horária, as disciplinas e os conteúdos a serem ministrados nos cursos de pós-graduação Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho nos termos da Lei 7.410 de 27 de novembro de 1985. 

Os cursos de pós-graduação Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho são regulamentados pelo Ministério da Educação desde 1987, nos termos do Parecer 19/87 que disciplina que este curso, carga horária de no mínimo 600horas aula. 

Portanto, o Parecer 19/87 está em vigor e deve ser respeitado em sua integridade pelas Instituições de Ensino para que os egressos dos cursos de Pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho, atendido também outros requisitos, possam através dos CREAS receber o título de Engenheiro de Segurança do Trabalho e obter as atribuições nos termos da Lei 7.410/85. 

Prof.ª Honoris Causa Elizabeth Cox 

Presidente da ANDEST do Brasil 

andestdobrasil@gmail.com

Seja associado a ANDEST do Brasil – www.andestdobrasil.org 

Pessoa Física ou Jurídica.

Parecer 19/87CFE – acesse

 https://andestdobrasil.org/legislacao-2/

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6 - Explosão da Refinaria Texas City:

A refinaria teve cinco gestores desde que a BP herdou em sua fusão de 1999.

Na investigação foram identificados vários fatores nos aspectos técnicos e organizacionais na refinaria e dentro da BP corporativa.

Fatores Organizacionais:

• Corte de custos corporativos.

• Falha em investir na infraestrutura da planta.

• A falta de supervisão corporativa sobre a cultura de segurança e programas de investigação de acidentes.

• Foco na segurança ocupacional (acidentes com afastamento) e não segurança do processo.

• Um processo de gestão de mudança defeituoso.

• A formação inadequada dos operadores.

• Falta de supervisão competente para operações de start-up.

• Comunicação deficiente.

• A utilização de procedimentos de trabalho desatualizados e ineficazes.

Mais informações de questões desta postagem e do Centro de Estudos Prevenir Tragédias em:

E:

https://gestaoproativawb.blogspot.com/2022/03/acidentes-organizacionais-revisitados.html

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